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Autoridades angolanas acusadas de usar dois pesos e duas medidas

  • Arão Ndipa

Angola Luanda Palacio Justiça

Angola Luanda Palacio Justiça

Oposição exige que o governo abdique da política da vitimização e assuma uma postura mais coerente.

Altas figuras do aparelho governamental em Angola têm sido citadas pela imprensa internacional por alegado envolvimento em crimes de corrupção e de branqueamento de capitais.

Os casos mais mediáticos foram despoletados pela imprensa portuguesa através de revelações sobre processos judiciais que foram intentados pelo ministério público português contra governantes angolanos que sempre negaram a sua inocência até prova em contrário.


Para o caso em referência, e em retaliação, as autoridades angolanas impuseram a sua vontade e congelaram a anunciada parceria estratégica com o governo português.

Muito recentemente mais um caso envolvendo uma alta figura do regime angolano foi denunciado pela imprensa brasileira no alegado tráfico de prostituição de mulheres havendo inclusive informações sobre um mandado de captura contra o general Bento Cangamba, o rosto mais visível no "caso Garina", desencadeado pela justiça brasileira e comunicado à Interpol, estando o mesmo oficial general "impedido" de abandonar o país se não quiser ser preso.

Perante todos estes factos reportados, a oposição politica em Angola não tem dúvidas em considerar que as autoridades utilizam a política de dois pesos e de duas medidas nas reacções a processos judiciais instaurados contra angolanos em Portugal e no Brasil.

A oposição defende, para o efeito, que o governo abdique da política da vitimização e assuma uma postura mais coerente.

Para falar sobre o assunto, ouvimos o deputado Manuel Fernandes e o secretário para a informação do Partido de Renovação Social, Joaquim Nafoia.

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