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Igreja católica moçambicana reflecte sobre tráfico humano


Bispo de Nampula, Dom Tome Makweliua, ao centro (foto de arquivo)

Bispo de Nampula, Dom Tome Makweliua, ao centro (foto de arquivo)

Continente africano o que mais sofre não só na questão de imigrantes ilegais como também do tráfico de seres humanos

A província de Nampula acolhe até quinta-feira, a Primeira Conferência Nacional da Comissão Episcopal para Migrantes e Refugiados.

Delegados católicos oriundos de todo o país reflectem e promovem variadas acções humanitárias em prol dos refugiados. Para além de celebrações eucarísticas e variadíssimos encontros, a comissão episcopal vai durante o encontro discutir o tema sobre o Contexto Social, Realidade dos Actuais Fluxos Migratórios no Mundo Hoje, na Africa e em Particular em Moçambique.

O Arcebispo de Nampula, Dom Tomé Makweliua disse na abertura da conferência, numa missa bastante concorrida, que o continente africano é aquele que mais sofre não só na questão de imigrantes ilegais como também do trafico de seres humanos.

Para o Arcebispo de Nampula é necessário que os cristãos e não só, reservem o seu tempo para reflectir e consciencializar-se sobre aquilo que chamou de epidemia que afecta o país.

O Arcebispo de Nampula disse que Moçambique está de parabéns pelo facto de ser um país de tanta procura ao nível da África, mas explica que isso não deve agradar aos moçambicanos, porque segundo suas palavras, isso carece de muita responsabilidade.

Recorde-se que Nampula possui o maior centro aberto de refugiados. Trata-se de Marratane que alberga actualmente pouco mais de onze mil cidadãos estrangeiros.

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