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Atirador de Munique cresceu na cidade e poderá não ter vínculos com Estado Islâmico, diz a polícia


 Hubertus Andrae, chefe da polícia de Munique, 23 de Julho, 2016

Hubertus Andrae, chefe da polícia de Munique, 23 de Julho, 2016

O adolescente alemão-iraniano que matou nove pessoas e depois se suicidou em Munique, ontem, 22, recebeu tratamento psiquiátrico e há maior probabilidade de ser um atirador solitário sem vínculos com o Estado Islâmico, disse a polícia.

O jovem de 18 anos provocou um bloqueio na capital da Baviera depois de abrir fogo perto de um movimentado centro comercial.

Ele carregava mais 300 balas na sua mochila, quando foi encontrado morto mais tarde com um ferimento a bala, disse, no sábado, Robert Heimberger, da polícia da Baviera, citado pela Reuters.

Após uma busca no quarto do atirador, o chefe da polícia de Munique, Hubertus Andrae, descartou uma ligação islamita nas mortes.

"Com base nas buscas, não há indicação alguma de uma conexão com o Estado Islâmico" ou com a questão dos refugiados, disse Andrae à imprensa.

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