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Assinatura do acordo de paz em Moçambique sem data prevista

  • William Mapote

Dhlakama disse que não pode aparecer em público antes do cessar-fogo porque apesar de ter sido assinada a Lei de Amnistia nada garante que não possa ser abatido.

Em Moçambique, o acordo de cessar-fogo entre o Governo e a Renamo continua difícil de concretizar.

Depois da aprovação da Lei de Amnistia, as partes discutem agora questões sobre a legitimidade de quem deve assinar o acordo. A delegação da Renamo no diálogo político diz ter mandato para assinar e o acordo só não sai porque o Governo assim não quer.

Por sua vez, o Governo entende que a assinatura do acordo de cessar-fogo deve ser feita em acto solene pelo Presidente da República e pelo líder da Renamo.

Enquanto isso, Afonso Dhlakama justificou neste final de semana as razões que o levam a recusar vir a Maputo para o tão esperado encontro com Guebuza.

Em contacto telefónico, a partir da serra da Gorongosa, Dhlakama disse que não pode aparecer em público antes do cessar-fogo porque apesar de ter sido assinada a Lei de Amnistia nada garante que não possa ser abatido ou alvo de uma emboscada.

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