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Namibe: Governadora pede desculpa por falta de água e luz

  • Armando Chicoca

Tribunal de Namibe

Tribunal de Namibe

Durante a tradicional cerimonia de cumprimentos de fim do ano que teve lugar na passada quarta-feira na sala nobre da Administração Municipal do Namibe, apesar deste passivo, Cândida Celeste da Silva, reconheceu no entanto ter havido esforço da parte dos técnicos em colocar a disposição da população agua e energia eléctrica, mas sem contudo ter atingido o sucessos que se esperava.

Durante a tradicional cerimonia de cumprimentos de fim do ano que teve lugar na passada quarta-feira na sala nobre da Administração Municipal do Namibe, apesar deste passivo, Cândida Celeste da Silva, reconheceu no entanto ter havido esforço da parte dos técnicos em colocar a disposição da população agua e energia eléctrica, mas sem contudo ter atingido o sucessos que se esperava.

«Abro aqui um parêntesis, para agradecer os técnicos dos sectores de agua e energia eléctrica que neste período festivo fizeram tudo para que tenhamos garantido o normal fornecimento de energia e água, embora eu saiba que não conseguimos satisfazer esta grande necessidade para todos os munícipes, em especial no que tange a energia domestica e pública», realçou a governante.

Para o ano 2012 aponta como desafios a solução do défice de energia eléctrica e agua que se faz sentir na província, segundo ela, consta no centro das prioridades.

A extensão em toda a província da rede escolar, rede sanitária, assistência medico-medicamentosa, a recuperação das pontes e vias de acesso aos Municípios, comunas e outras localidades de maior concentração populacional, assim como o fomento de agricultura e pecuária, permitiu melhorar a vida dos autóctones.

Cândida Celeste da Silva manifesta-se desapontada por não ter encontrado até hoje, soluções que visam conferir dignidade as comunidades sinistrados pelas cheias de 4 de Março do ano em curso. A Governante apelou a solidariedade de todos Namibenses, nesta empreitada.

«Estamos preocupados com o problema do reassentamento e melhor acomodação e de como podemos resolver os problemas sociais das comunidades sinistradas das últimas enxurradas, quando os recursos financeiros disponíveis são escassos. Como fazer?», questionou a governante.

Reiterou a necessidade de prosseguir com o principio da governação participativa, exortando a solidariedade de todos, na melhoria da vida das comunidades.«A nossa governação é participativa e a solidariedade de todos pode contribuir consideravelmente para a melhoria do actual quadro social da população», frisou a governadora do Namibe.

A reacção da sociedade civil não se fez esperar, o Bispo do Namibe Dom Dionísio Hisilenapo disse que o empenho ao trabalho anunciado pela governadora para o próximo ano, cria expectativa positiva, e quando assim, sublinha o prelado, vale a pena trabalhar.

Já o Secretario do CICA, o reverendo pastor da igreja metodista Simão Joaquim Mavando, defende a solidariedade de todos para a causa comum da Província.

Namibe com cerca de um milhão e duzentos habitantes, há mais de cinco anos vive dificuldades de energia eléctrica, abastecimento de agua para a população e abeberamento do gado, cuja a solução passa por projectos de âmbito central.

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