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Polícia Interroga Mais Professores na Huíla

  • Teodoro Albano

À espera de professores

À espera de professores

Professores dizem que os seus salários continuam em atraso

A polícia de investigação criminal da Huíla começou a ouvir outros professores no âmbito do processo que envolve a figura do governador da Huíla depois de na última semana ter concluído a audição de seis sindicalistas inicialmente intimados.
A Voz da América sabe que até ao momento foram ouvidos dois professores. Se desconhecem quantos mais poderão passar pelo departamento de operações daquele órgão do ministério do interior.
O sindicato dos professores que reúne a maioria dos visados estranha a forma como o processo está a ser conduzido.
João Francisco do SINPROF diz mesmo que ao serem ouvidos mais professores para além daqueles que foram chamados a depor na qualidade de sindicalistas, começa a se instalar entre os professores um clima de intimidação para eventuais futuras acções;
“Já é uma situação curioso que desperta atenção não só no sentido daquilo que serão os depoimentos mas também supostamente cria uma certa tensão no seio dos professores mas também nós podemos considerar como um meio de intimidação aos próprios professores para futuras acções. Logo achámos que essa maneira de tratar as coisas não demonstra bem que estamos num país verdadeiramente democrático”.
A marcha de 2 de Outubro que está na origem do polémico processo, teve como base os salários atrasados dos meses de Agosto e Setembro.
Agora há mais um precedente que se abre o não pagamento até ao momento dos salários de Novembro e o chamado décimo terceiro mês;
“Se reivindicamos o salário que está criar problemas agora de levar as pessoas äs investigação, mais um problema se está a criar hoje são 14 os professores não têm salário nem do mês de Novembro nem o décimo terceiro nem o premio anual de exame não tem aqui nesta província, logo, já é um precedente vai criar outro problema para além deste que as pessoas acham que é um problema porque o professor manifestou para reaver aquilo que é dele”.
João Francisco do SINPROF no Lubango.
Polícia de investigação criminal da Huíla convoca mais professores a deporem no diferendo que divide governador da província e sindicalistas na sequência da marcha de 2 de Outubro.

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