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Chuvas torrenciais destroem casas na Huíla

  • Teodoro Albano

Chuvas torrenciais destroem casas na Huíla

Chuvas torrenciais destroem casas na Huíla

Segundo as autoridades, a construção em zonas de risco e a utilização de material precário agravam o problema

As chuvas que se abateram até ao momento na Huíla já provocaram o desabamento de várias residências sobretudo nas zonas do interior da província entre Outubro e Novembro do corrente ano.

Os municípios de Cacula, Quipungo e Chicomba foram os mais afectados pelas enxurradas que deixaram dezenas de famílias sem tecto.

João Saldanha do gabinete do planeamento e operações do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros da Huíla garante que apesar da envergadura da devastação provocada pelas chuvas a situação está ao alcance das administrações municipais.

“As autoridades tanto comunais como as de bairro e as autoridades municipais vão dando o devido apoio porque são situações que ainda estão ao nível e ao controlo das administrações, ou seja, são situações que não obrigam o envolvimento de grandes quantidades de meios e de forças”.

A construção em zonas de riscos e a utilização de material precário na edificação das residências são apontadas como razões de fundo para a acção devastadora das chuvas.

O Serviço de Protecção Civil e Bombeiros continua a proceder o levantamento de zonas consideradas de risco em toda a província, um processo iniciado o ano passado nos arredores do Lubango.

“Só para servir de exemplo no bairro Comandante Valódia, temos as zonas 3, 6, 9 e 10 que temos estado a registar inundações, concentração de águas poluídas, a erosão de alguns solos e alargamento de algumas ravinas, há um conjunto de áreas que já foram catalogadas que merecem de facto alguma atenção especial das nossas forças e não só de modos a evitar-se situações de grande monta que ocorram no quadro das chuvas”.

Zonas em situação de risco identificadas na cidade do Lubango, pelo serviço de protecção civil e bombeiros da Huíla.

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