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Cabo-verdianos questionam gastos eleitorais

  • Eugénio Teixeira

Cabo-verdianos questionam gastos eleitorais

Cabo-verdianos questionam gastos eleitorais

Um jornal cabo-verdiano publicou uma reportagem questionando os gastos eleitorais.

No momento em que se registam movimentações para a escolha dos candidatos para as eleições autárquicas agendadas para o primeiro trimestre do próximo ano, um jornal cabo-verdiano publicou uma reportagem questionando os gastos eleitorais.

O correspondente da VOA na cidade da Praia, Eugénio Teixeira, entrevistou alguns cidadãos cabo-verdianos para saber o que pensam sobre isso.

Quase todas as pessoas ouvidas pela VOA consideram que a democracia tem funcionado de forma positiva. Apesar de uma ou outra dificuldade pelo meio, as eleições são realizadas de forma regular desde 1991, altura em que o arquipélago optou pela abertura democrática, havendo alternância de poder sem sobressaltos.

Contudo, os entrevistados da Voz da América são de opinião que se tem exagerado nos gastos, sobretudo com as campanhas eleitorais.

Para o ex-deputado e empresário, Paulo Monteiro, cada país deve sustentar o sistema democrático de acordo com a realidade e recursos que possui. Por isso Monteiro exorta a classe política a adoptar medidas, visando reduzir os gastos com as campanhas eleitorais.

Paulo Monteiro defende a redução dos gastos com as campanhas eleitorais, assim como considera ideal o modelo para eleição do presidente da república em Cabo Verde que é escolhido pelo povo nas urnas.
Quem também bate na tecla de redução das despesas com as campanhas eleitorais no arquipélago, é o jornalista Marco Fonseca.

Os entrevistados da VOA mostram-se satisfeitos com o sistema democrático cabo-verdiano, mas entendem que se deve pautar pela redução dos gastos, sobretudo com a realização das campanhas eleitorais.

De referir que no decorrer deste ano, os cabo-verdianos votaram nas legislativas de Fevereiro, ganhas pelo PAICV e nas presidênciais de Agosto, ganhas pelo jurista Jorge Carlos Fonseca. O ciclo ficará completo no primeiro trimestre do próximo ano, com a realização das sextas eleições autárquicas.

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