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Huíla: Seguranças Privados Ficam Sem Armas de Guerra

  • Teodoro Albano

Huíla: Seguranças Privados Ficam Sem Armas de Guerra

Huíla: Seguranças Privados Ficam Sem Armas de Guerra

Lubango, 7 Dez - As autoridades policiais angolanas estão a ponderar o desarmamento das empresas de segurança privadas que grassam o país, substituindo a utilização por parte destas de armas de guerra pelas armas de defesa.

A informação foi avançada à Voz da América pelo coordenador adjunto da subcomissão técnica de desarmamento da Huíla, Fernando Feliciano António.

De acordo com o superintendente chefe da polícia, a substituição das armas de guerra pelas de defesa, começará a ser feita tão logo aconteça a revisão da lei 19/92 que regula o exercício da actividade de segurança privada em Angola.

Aquele oficial superior da polícia afirmou que apesar da necessidade de execução desse procedimento legal junto das empresas de segurança privadas, admitiu que o mesmo deverá feito de forma gradual.

No entender de Fernando Feliciano António, nalguns casos as empresas de segurança privadas enquanto estruturas auxiliares de polícia desempenham um papel importante ali onde a presença policial é frágil,

“Nós vamos proceder a substituição gradual, é importante que se perceba gradual porque percebemos que grande parte destas empresas também como auxiliares de polícia, têm prestado uma mais-valia naquilo que são os aspectos de segurança pública sobretudo ali nos locais nas áreas onde elas estão destinadas onde há ausência de presença policial e entendemos que ainda têm sido um grande parceiro um grande auxiliar em matéria de manutenção da ordem e tranquilidade pública razão pela qual não se pode pensar em fazer uma retida brusca dessas armas porque também estaríamos a criar um vazio e um pressuposto em termos de insegurança em determinados objectivos por eles protegidos” - afirmou o coordenador adjunto da subcomissão técnica de desarmamento da Huíla, Fernando Feliciano António.

Na Huíla exercem a actividade de segurança privada 25 empresas das 49 legalizadas. A estas juntam-se ainda 36 sistemas de autoprotecção.

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