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Remessas de Emigrantes Africanos Aumentam


Fronteira não é limite ao envio de dinheiro. O envio de dinheiro por imigrantes ( legais e ilegais) às suas famílias nas terras de origem têm vindo a aumentar consistentemente

Fronteira não é limite ao envio de dinheiro. O envio de dinheiro por imigrantes ( legais e ilegais) às suas famílias nas terras de origem têm vindo a aumentar consistentemente

Cerca de 45% dos moçambicanos com ensino terciário estão fora do país

O Banco Mundial divulgou um relatório em que afirma que este ano as remessas de emigrantes de países da África subsariana deverão atingir os 21 mil e 500 milhões de dólares. O Banco Mundial diz que as remessas vão este ano aumentar depois de uma queda registada o ano passado devido ao impacto da crise económica e financeira global. O relatório aborda também o impacto desse fenómeno em Moçambique.
Rafael Saúte representante do Banco Mundial no Maputo para as relações externas e comunicação disse a Voz da América que para toda a África subsaariana as remessas de imigrantes deverão este ano atingir 21 mil e 500 milhões de dólares, sendo a Nigéria o pais africano que mais remessas recebe devendo este ano essa quantia chegar quase aos 10 mil milhões de dólares.
Saúte disse que no que diz respeito a Moçambique as
Remessas deverão atingir este ano os 117 milhões de dólares uma ligeira subida em relação a 2009 quando as remessas dos imigrantes moçambicanos ascenderam a 111 milhões de dólares.
Este representante para Banco Mundial no Maputo disse que apesar da queda registada em 2009 atribuída a crise financeira mundial, as contribuições dos emigrantes as economias as dos países africanos têm vindo a subir consistentemente desde 1995.
Um aspecto importante frisado por Rafael Saute é que os números divulgados pelo banco mundial não incluem certamente dinheiro que entra fora do controlo das instituições bancárias e governamentais
Um facto revelado no relatório é que neste momento Moçambique 45 por cento dos moçambicanos com educação terciária estão foram do país. Rafael Saúte disse que grande parte desses moçambicanos está na África do sul e Portugal. Isto tem um lado positivo e outro negativo. O lado positivo refere-se ao envio de remessas enquanto o lado negativo se deve à saída de quadros necessários para o desenvolvimento do país.
Ouça a reportagem com as declarações de Rafael Saúte



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