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Custos de Saúde Forçam Milhões à Pobreza


Custos de Saúde Forçam Milhões à Pobreza

Custos de Saúde Forçam Milhões à Pobreza

Segunda feira, 22 de Novembro de 2010

Um estudo da Organização Mundial de Saúde afirma que a espiral, sempre crescente, dos custos de saúde, força milhões de pessoas a condições de pobreza, todos os anos.

O estudo sugere padrões e formas como na prática os governos podem enfrentar e resolver o problema através do que o estudo chama de sistemas de financiamento dos seus programas de saúde.

Os governos mundiais, ricos e pobres, lutam para uma solução para financiamento da espiral dos custos dos custos cuidados de saúde dos seus cidadãos, a maior parte dos quais não podem tomar conta de si próprios neste domínio.

David Evans, Director do Financiamento dos Sistemas de Saúde da OMS, disse que as pessoas enfrentam, muitas vezes, difíceis alternativas tratando-se de custearem directamente elas próprias os seus cuidados de saúde, ou adiarem para mais tarde o problema, cientes de que a condição poderá piorar:

“Provavelmente…100 milhões de pessoas pelo mundo decidem utilizar os seus recursos para os serviços de saúde de que necessitam, todos os anos, apesar das consequências financeiras que a decisão implica”.

David Evans disse que o dilema não só é inaceitável, mas ainda desnecessário, e que algo se pode fazer a este respeito, apontando os casos de alguns países africanos, a Tanzânia, a Libéria e o Ruanda, onde os respectivos governos não despenderam mais de 15 por cento apenas dos seus orçamentos de saúde, em 2000.

Afirma o estudo da OMS que países, como o Gabão, impuseram taxas especiais aos conglomerados de negócios do país com vista a ajudarem nos dispêndios de saúde em coordenação com seguros de saúde que, desta feita, passam a assumir, eles também, a responsabilidade pelo sector de saúde, em vez dos cidadãos particulares, ou o estado, a desempenharem esta função.

A Organização Mundial de Saúde reconhece que os problemas do financiamento do sector de saúde afecta muito particularmente as camadas de mais baixo rendimento das nações ricas e pobres, mas sobretudo destas ultimas que necessitam de maior ajuda da comunidade internacional neste sentido.

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