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Angola: Não Há Prémio de Direitos Humanos

  • Alexandre Neto

Direitos humanos é mais do que fim das algemas

Direitos humanos é mais do que fim das algemas

Organizadores querem prémios que reflictam as diversas actividades relacionados com direitos humanos.

A organização do prémio nacional dos Direitos Humanos da sociedade civil decidiu estender para dois anos o tempo requerido para a sua atribuição, durante o qual decorrerão as pesquisas de dados.
Com efeito no ano que está a findar não haverá designação prevendo-se que o acto tenha lugar apenas em 2011, altura em que serão definidas novas categorias, isto para além das já existentes como sejam “Sociedade Civil” que distingue Organização ou Activista que se notabilize no combate à pobreza e defesa dos direitos fundamentais, “Ricardo de Melo” a atribuir a um jornalista e “Beatriz Kimpa Vita” para o Activista ou Organização que se destaque na promoção e defesa dos direitos fundamentais.
Ao contrário do que sucedeu há dois anos atrás na edição estreia, os organizadores querem fazer coincidir a atribuição dos troféus a data que assinala a morte de Ricardo de Melo, o dia 18 de Janeiro, jornalista angolano e director da publicação Imparcial Fax, assassinado em 1995 em circunstâncias até agora não esclarecidas.
Com mais de 15 mil dólares americanos o prémio é totalmente suportado pela organização Não Governamental Open Society, valor inferior ao que é dedicado aos prémios que têm comparticipação das finanças públicas.
Integraram o júri da edição passada, a primeira e a única até aqui realizada, figuras como Marcolino Moko que coordenou e Onofre dos Santos.
Foram na altura distinguidos Domingos da Cruz na categoria de Jornalismo, as organizações OMUNGA e a SOS Habitat.
Ouça a reportagem de Alexandre Neto com declarações da activista Suzilena Katila Pinto.

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