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PNUD Reabilita Programa Empresarial em Moçambique

  • Francisco Júnior

PNUD Reabilita Programa Empresarial em Moçambique

PNUD Reabilita Programa Empresarial em Moçambique

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Centro de Promoção de Investimentos (CPI), e o Instituto dos directores de Moçambique (IdD) abordaram a Responsabilidade Social Empresarial como parte dos dez princípios do Global Compact das Nações Unidas e do seu contributo para o alcance dos Objectivos do Milénio

Trata-se de uma iniciativa das Nações Unidas, lançada em Julho de 2000 como uma plataforma de política e um quadro prático para as empresas comprometidas com a sustentabilidade e práticas de negócios considerados inclusivos e socialmente responsáveis.

Uma iniciativa conhecida por Global Compact e com a qual se pretende alinhar as operações e estratégias de negócios com dez princípios universalmente aceites, nas áreas dos direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anti-corrupção.

Jocelyn Mason, Representante Residente interino do Programa da Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, em Moçambique, a falar das vantagens da iniciativa Global Compact.

Iniciativa que, em Moçambique, foi lançada pelas Nações Unidas em Junho de 2003, na presença do antigo estadista,Joaquim Chissano, tendo o FEMA, Fórum Empresarial para o Meio Ambiente, assumido o papel de coordenador dos trabalhos, junto do sector privado.

No Global Compact, estão actualmente inscritas em Moçambique 23 empresas, mas desde que a iniciativa começou a vigorar, no país, pouco se fez.

Por essa razão, e porque faltam apenas cinco anos para expirar o prazo estabelecido para o alcance dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, organizou na manhã desta quinta-feira um pequeno-almoço de trabalho, em Maputo.

Um encontro promovido em parceria com o Centro de Promoção de Investimentos, CPI, e o Instituto de Directores de Moçambique.

Organização privada, sem fins lucrativos, o Instituto de Directores de Moçambique representa administradores e outros executivos de topo da hierarquia das empresas e organizações do sector público e privado enquanto pessoas individuais que contribuem significativamente para o progresso e desenvolvimento da sociedade moçambicana.

Instituto que passa, a partir de agora, a liderar este processo, tendo ficado com a responsabilidade de organizar uma conferência, dentro de duas semanas, envolvendo o maior número possível de empresários nacionais, de modo a cativá-los a integrar o Global Compact.

O economista Luís Magaço, Presidente do Conselho de Direcção do Instituto de Directores de Moçambique, em declarações à Voz da América, falando sobre os passos que estão e vão ser dados com vista a relançar, em Moçambique, o Global Compact, uma iniciativa das Nações Unidas que visa alinhar as operações e estratégias de negócios com dez princípios universalmente aceites nas áreas dos direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anti-corrupção.

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