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Namibe: Desalojados precisam de 3 mil habitações

  • Armando Chicoca

Refugiados das cheias do Namibe, Angola

Refugiados das cheias do Namibe, Angola

Governo volta a prometer realojamento das 3 mil famílias ao relento desde as cheias de Março.

Foi confirmada a existência de condições básicas exigidas ao governo da provínica angolana do Namibe para a disponibilização financeira do projecto de construção de tres mil residências destinadas aos sinistrados das cheias.

A avaliação foi feita por uma equipa técnica da secretaria para assuntos sociais da presidência da república chefiada pelo sociólogo Simão Helena que durante a semana finda observou projectos sociais de combate à fome em particular o de apoio aos sinistrados das enxurradas de 4 de Março passado.

Falando à "Voz da América",o chefe do grupo técnico da secretaria da presidência de república reafirmou o engajamento das autoridades da província na preparação de condições para o desbloqueamento das verbas.

«Constatei relativamente a esta questão dos sinistrados,disse ele, que há um trabalho muito avançado, em termos de levantamento, o perfil social das famílias, da criação das condições técnicas no local, isto é, a colocação de tanques de água, portanto, criação de condições básicas, para que o governo central possa libertar as verbas necessárias no sentido de que se inicie a construção de casas evolutivas ou progressivas ou sociais que serão pertença dos sinistrados".

Três mil são o número de famílias afectadas pelas enxurradas do passado mês de Março, nos municípios da Bibala e Namibe, e que estão desde há oito meses a viver ao relento.

Ouça a reportagem do Armando Chicoca.

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