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Cabinda: Greve na saúde marcada para segunda-feira

  • José Manuel

Hospital de Cabinda

Hospital de Cabinda

Assegurados os serviços de urgência para os casos de emergência

O Sindicato dos trabalhadores da Saúde convocou para a próxima segunda-feira, a paralisação geral de todas as unidades sanitárias e hospitalares da província.

A greve dos trabalhadores da saúde foi convocada no âmbito da insatisfação das reivindicações apresentadas num caderno reivindicativo onde os funcionários do sector, exigem a revisão e a implementação do novo diploma remuneratório da carreira de enfermagem no país.

Os trabalhadores segundo a declaração da greve exigem que o novo diploma da carreira de enfermagem seja abrangente para todos os trabalhadores da saúde e que sejam igualmente valorizados a antiguidade e tempo de serviço do trabalhador.

Pedem que seja implementado um programa de promoção de quadros no sector, a regularização ainda no primeiro trimestre das pensões de segurança social, inclusão de subsídios de risco para os trabalhadores das unidades sanitárias e o melhoramento das condições de trabalho em todas as unidades sanitárias da província.

Os trabalhadores da saúde exigem ainda no seu caderno reivindicativo a reabertura imediata do refeitório do hospital provincial de Cabinda e o abastecimento periódico de bens alimentares em todas unidades sanitárias com o regime de turnos.

Os trabalhadores acusam na sua declaração da greve as autoridades locais de manifestarem comportamentos discriminatórios às suas reivindicações, desprezo, má fé, e rejeição das reclamações apresentadas no seu caderno reivindicativo.

Esta atitude da entidade empregadora e do director provincial da saúde segundo a declaração a que tivemos acesso tem frustrado as expectativas dos trabalhadores, desanimo, baixo moral e ausência de dialogo para a discussão e implementação das suas obrigações laborais.

A greve no sector irá começar as 7 da manhã da próxima segunda-feira e será levantada logo que sejam satisfeitas as suas reivindicações.

Entretanto, durante o período da greve, serão assegurados os serviços das urgências para os casos de emergência, as cirurgias nos blocos operatórios, as transfusões de sangue e a medicação dos doentes já internados.

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