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Retornados do Congo recebem formação agrícola


Retornados do Congo recebem formação agrícola

Retornados do Congo recebem formação agrícola

Mais de 40 angolanos regressados da vizinha República Democrática do Congo (RDC), participam de uma acção formativos sobre “micro empresa e micro crédito” promovida pelo MINARS no Uíge. Financiada pela Organização Internacional de Migrações (OIM).

Mais de 40 compatriotas regressados da vizinha República democrática do Congo (RDC), participam de uma acção formativos sobre “micro empresa e micro crédito” promovida pelo MINARS no Uíge. Financiada pela Organização Internacional de Migrações (OIM), uma estrutura não governamental.

Adelina Figueiredo Alexandre Pinto, Directora Provincial de tutela, afirmou ser preocupação do governo em parceria com ONG’s, particularmente a OIM, continuar a trabalhar para melhorar a situação social dos cidadãos regressados da RDC, na busca de condições primordiais.

“É chegada altura de cumprirmos com a formação dos primeiros 40 beneficiários em micro-empresas para geração de rendimentos e auto-sustentabilidade” disse, acrescentou ainda, nos próximos dias prosseguir com formações de mais quarenta chefes de famílias, sobre as modalidades de gestão de micro-créditos, perfazendo assim um total de cerca de 80 cidadãos a serrem formados, assegurou.

A directora aproveitou a ocasião, para anunciar alguns resultados já alcançados durante os últimos 12 meses no apoio aos compatriotas, que perfaz duas fases.

Na presente fase prevêm atender igual número de famílias e pessoas nos municípios de Sanza Pombo, Buengas e Milunga. Posteriormente na mesma senda, a OIM dará começo da formação de 200 compatriotas no ensino da língua portuguesa, 100 dos quais no município do Uíge e os outros em Maquela do zombo, que terá a duração de três meses.

Lutero Bayacala, Assistente do projecto ao lado da Organização Mundial das Migrações, disse que, o projecto visa capacitar os compatriotas que posteriormente beneficiaram de empréstimos em bancos, a saber criar pequenas empresas produtoras de receitas para auto-sustentabilidade, salientou.

A aprendizagemda língua portuguesa como vínculo de comunicação no país, vai possibilitar os nossos compatriotas repatriados, a realizarem as trocas comerciais com eficácia” considerou.

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