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Fugitivo americano fez amigos em Bissau


Foto de George Wright aquando da sua prisão em 1963

Foto de George Wright aquando da sua prisão em 1963

George Wright era procurado pelos EUA mas amigos não sabiam que tinha fugido da prisão e sequestrado um avião

Era e é dos mais aconchegados amigos que George E. Wright (Jack) tem na Guiné-Bissau. Chama-se Carlos Henrique Voss, vulgo Lico, cujas relações vêm de há mais de vintes anos. Conheceram-se no recinto de basquetebol, em Bissau.

Jack era mais velho, mas partilhavam tudo, desde aspectos desportivos ate familiares, tanto assim que eram dos mais íntimos da companhia desportiva.

Tanto que eram amigos, Jack ensaiva dizer algo ao Lico quanto a ao seu passado negro, mas se calhar a coragem o faltava.

Da face de Jack, na época, segundo ainda Carlos Henrique Voss, não transpirava alguém que estivesse a fugir da justiça. Era uma pessoa descontraída e amiga. Dele muito aprendeu.

Uma semana ou quinze dias antes de ser preso, em Portugal, Lico falou com o Jack e a mulher. Disse que jamais esperava que o percurso deste homem tenha sido marcado por sinais sombrios.

Chama-se Carlos Henrique Voss, vulgo Lico, guineense mais íntimo de George Wright (Jack), que, alias depois de ter deixado país, costumava-lhe sempre a pedir camarão da Guiné-Bissau. São amigos de longa data.

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