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Moçambique: Queima do Alcorão é “uma ofensa”


Pastor Terry Jones (esq) cumprimenta Ima Muhammad Musri, presidente da Sociedade Islamica da Florida Central 09 Set 2010

Pastor Terry Jones (esq) cumprimenta Ima Muhammad Musri, presidente da Sociedade Islamica da Florida Central 09 Set 2010

AA VOA ouviu as reacções em Maputo e na Guiné Bissau

Mikhail Neto, antigo íman de uma mesquita na Matola, considera-se pessoalmente ofendido pela intenção de um pastor evangélico americano queimar 200 exemplares do Alcorão.

Contudo, entrevistado por Ana Guedes, este activista muculmano desvaloriza o significado religioso do gesto. Sublinha que não é Deus que está no livro sagrado, mas apenas a sua palavra.

Sustenta, ainda, que o ataque a uma mesquita no Tennessee e a controvérsia em torno da construção de uma mesquita em Nova Iorque (perto do local onde as Torres Gémeas foram destruídas por terroristas islâmicos) criaram o ambiente propício para que o pastor evangélico se lembrasse de queimar o livro sagrado islâmico.

Apesar do pastor ter abandonado para já a ideia, as reacções continuam através do globo sobretudo no mundo islâmico. A Guiné Bissau não é excepção tal como nos refere desde Bissau, o nosso correspondente Lassana Cassama.

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