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Luanda analisa integração regional

  • Alexandre Neto

Um dos momentos da conferência hoje aberta. Ao centro Elias Isaac director da organização promotora do evento. Mais à direita Abel Chivukuvuku, prelector convidado.

Um dos momentos da conferência hoje aberta. Ao centro Elias Isaac director da organização promotora do evento. Mais à direita Abel Chivukuvuku, prelector convidado.

Decorre em Luanda conferência internacional sob o tema: Iintegração regional de Angola na SADC: Mito ou realidade.

A organizaçao “Open Society” em cooperação com o Centro de Investigação Científica está a levar a cabo em Luanda uma conferência internacional sob o tema “A integração regional de Angola na SADC: Mito ou realidade.”

Durante dois dias vão participar convidados representantes da sociedade civil e políticos de países membros. O evento tem lugar quando faltam pouco menos de dois dias para o início da reunião de peritos que preparará a cimeira de chefes de etado e de governo de países membros da SADC a ter lugar em em Luanda.

Como fez questão de sublinhar Katila Pinto de Andrade, uma das responsáveis da organização, “não foi mera coincidência”!
Os cidadãos pretendem enviar um recado aos políticos, que passem da teoria à prática.
Os prelectores mostravam-se preocupados com o nível de execução das decisões.

O obstáculo na supressão de vistos para a livre circulação no espaço regional é disso exemplo.

Angola que assume a presidência da organização já na próxima semana é dos países que menos tem implementado as deliberações do órgão. De 32 documentos produzidos, ratificou apenas dez, disse Elias Isaac da organização.
Como é sentido pelo cidadão comum o processo de integração regional, essa foi uma das questões colocadas por Abel Chivukuvuku no tema que desenvolveu.

Os estados adiantou aquele dirigente da UNITA, necessitam de partir de pressupostos comuns, como sejam valores ou objectivos, para serem bem sucedidos. O político é da opinião de que alguns países deviam assumir o papel de “locomotiva”.

A Cimeira da SADC vai também fixar a convergência monetária como objectivo de médio prazo dos países membros.
Contudo a sociedade civil está céptica.

Diz que há muito que fazer internamente nos respectivos países. As desigualdades são muito acentuadas entre si e revelam-se como obstáculo de integração.

Ouça a reportagem do Alexandre Neto.

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