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CPLP: Relações económicas dominam cimeira de Luanda

  • Venâncio Rodrigues

CPLP: Relações económicas dominam cimeira de Luanda

CPLP: Relações económicas dominam cimeira de Luanda

As relações económicas entre os estados membros e a questão da língua portuguesa nas organizações internacionais são os temas que vão dominar a cimeira da CPLP.

As relações económicas entre os estados membros e a questão da língua portuguesa nas organizações internacionais são os temas que vão dominar o conselho de ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, CPLP, que amanhã decorre em Luanda.

O ministro angolano das relações exteriores, Georges Chicoti, deverá presidir ao encontro para o qual estão convidados membros do executivo angolano bem como representantes das missões diplomáticas acreditadas em Angola.

Ontem, terminou a reunião dos “pontos focais da CPLP”, e dos grupos de trabalho e hoje foi a vez do encontro do Comité de Concertação Permanente que serviu de antecâmara à reunião amanhã dos 8 chefes das diplomacias dos países membros.

Informações disponíveis apontam para a possibilidade da recondução, nesta sessão, do guineense Hélder Vaz Lopes no cargo de director-geral da CPLP.

O encontro de Luanda vai analisar, entre outras questões, a revisão dos estatutos da CPLP, do fundo especial da comunidade e deverá a aprovar o roteiro CEDEAO-CPLP, no âmbito do Programa de Reforma do Sector de Segurança e Defesa da Guiné Bissau.

O regulamento do prémio, José Aparecido de Oliveira, será igualmente abordado bem como a concessão da categoria de observador da CPLP e o orçamento de funcionamento do secretariado executivo para o exercício 2011.

Os participantes serão também informados sobre as eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe.
O ministro português dos negócios estrangeiros, Paulo Portas, em Luanda desde hoje de manhã, disse entretanto que vai aproveitar o momento para melhorar as relações entre o seu país e Angola.

Para este evento foram também convidados a Guiné Equatorial, as Ilhas Maurícias e o Senegal, que deverão participar com o estatuto de observadores.

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