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Novo dirigentge sindical da Huíla quer diálogo

  • Teodoro Albano

Novo dirigentge sindical da Huíla quer diálogo

Novo dirigentge sindical da Huíla quer diálogo

Recém eleito secretário provincial do SINPROF diz que só com "dialógo e aproximação" se resolver problemas

Só com o diálogo é que se pode resolver a tensão com as autoridades, defende o novo dirigente do Sindicato dos Professores na Huíla.

A declaração surge numa altura em que as relações entre os professores e o govenro provincial permaneccem tensas devido a auma acção judiical contra o sindicato iniciada pelo governador.

João Francisco foi eleito recentemente novo lider provincial do Sindicato dos Professores, SINPROF, num pleito eleitoral bastante concorrido, tendo derrotado por um voto o secretário provincial cessante e candidato a sua própria sucessão, António André.

O novo dirigente que agora na região responde pela classe de professores, elegeu a formação académica e sindical dos seus filiados como algumas das apostas no seu consulado.

“ Hoje o nível de percepção daquilo que é a vida sindical em Angola tem ainda um nível muito baixo. No sector da educação que é o nosso vemos que ainda há uma fraca compreensão daquilo que é uma actividade sindical se calhar porque tem estado a faltar um entrosamento entre a liderança e os filiados,” disse.

Incontornável deverá ser o diálogo com a entidade patronal. Neste domínio João Francisco diz esperar do governo mais abertura.

“ Nós achamos que só com o diálogo só com a aproximação é que vai diminuir aquilo que se pode considerar como estado de tensão em relação ao problema dos professores, porque eu acredito que quanto mais proximidade haver entre direcções é mais fácil ultrapassar os problemas que possam criar dificuldades em termos de relacionamento," disse o sindicalista.

A eleição dos novos órgãos sociais do SINPROF na Huíla decorre numa altura em que a organização tem a correr contra si em tribunal, um processo-crime por difamação movido pelo governador provincial, Isaac dos Anjos, na sequência de uma marcha de protesto realizada pelos professores a 2 de Outubro de 2010.

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