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Angola: Líder do Bloco Democrático afirma que exclusão das eleições foi fraudulenta

  • Agostinho Gayeta

Presidente do Bloco Democrático, Justino Pinto de Andrade

Presidente do Bloco Democrático, Justino Pinto de Andrade

Justino Pinto de Andrade diz que partido tem alternativa para participar nas eleições.

Bloco Democrático diz que exclusão foi fraudulenta

O líder do Bloco Democrático diz ter alternativa para participar das eleições gerais angolanas de Agosto próximo e fazer oposição ao MPLA.

Justino Pinto de Andrade acusou por outro lado supostos técnicos da Comissão Nacional de Eleições e do Tribunal Constitucional de serem agentes dos serviços secretos encarregados de manipularem dados para afastar o partido das eleições gerais.

O líder do Bloco Democrático acredita que a ausência do seu partido nas eleições de Agosto seja a repetição do que se passou em 2008: “a mudança de técnicos no Conselho Nacional Eleitoral para viabilização da fraude ”, salientou Justino Pinto de Andrade em Luanda.

Na apresentação oficial e pública da posição do seu partido face à decisão do Tribunal Constitucional, que o excluiu da corrida eleitoral por alegada insuficiência e falsificação de assinatura de apoiantes, o presidente do Bloco Democrático afirmou que supostos técnicos da CNE e do Tribunal Constitucional seriam na realidade agentes dos serviços secretos infiltrados e que manipularam os dados para sustentarem o afastamento do Bloco Democrático das eleições gerais deste ano.

Mas, o Bloco Democrático diz ter alternativa para participar das eleições gerais de Agosto próximo e fazer oposição ao MPLA.

A alternativa para esta formação partidária passa pelo apoio ao partido ou coligação de partidos políticos da oposição que se mostrarem credíveis como oposição ao MPLA, partido no poder em Angola.

O Presidente do Bloco Democrático não avançou qual ou quais as forças políticas da oposição que vai apoiar, alegando obediência à uma consulta alargada dos dirigentes do partido.

O Bloco Democrático diz também ter identificado forças partidárias que vão ao pleito eleitoral, mas que são marionetas do partido no poder.

Estas, segundo Justino Pinto de Andrade que não avançou nomes, não vão merecer a intenção de voto do seu partido.



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