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Huíla: Militares recebem lições de democracia

  • Teodoro Albano

Senhora do Monte, Lubango (Angola)

Senhora do Monte, Lubango (Angola)

Os efectivos das FAA nesta parcela do país e no âmbito das jornadas patriótico-militares, abertas em Março passado e que se estendem até ao mês de Outubro do corrente ano têm tido sessões sobre a democracia.

Huíla:Militares recebem lições de democracia

As eleições gerais previstas para o próximo 31 de Agosto não passarão ao lado das forças armadas na região sul de Angola.

Os efectivos das FAA nesta parcela do país e no âmbito das jornadas patriótico-militares, abertas em Março passado e que se estendem até ao mês de Outubro do corrente ano têm tido sessões sobre a democracia.

Em ano de eleições, o brigadeiro Alfredo Cabral comandante adjunto da educação patriótica, da região militar sul, disse que as forças armadas têm maior responsabilidade na garantia e salvaguarda da paz;

“ Tendo em consideração que vamos levar a cabo esse pleito eleitoral, portanto, tudo que diz respeito a disciplina no seio das forças armadas e garantir para que essas eleições sejam credíveis, livres e justas dentro do nosso país, essa é a nossa grande responsabilidade”.

Como instrumento do estado as forças armadas são apartidárias e de entre os direitos dos militares que também são cidadãos, está o direito ao voto, disse aquele oficial general;

“Os elementos das forças armadas são apartidários significa dizer que não podem aderir a nenhum partido político, mas isso não quer dizer que não vão votar, eles têm o seu partido dentro do seu coração e na altura do voto eles vão eleger vão ver aquele partido que corresponde as suas aspirações é aí onde eles vão meter o seu voto, mas dentro das unidades militares não se pode fazer política partidária”.

A região militar sul compreende as províncias do Cunene, Kuando-Kubango, Namibe e Huíla.

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