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Guiné-Bissau: CPLP exclui governo de transição da cimeira de Maputo


Logotipo da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

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Reunidos em Lisboa os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 7 decidiram não convidar o actual governo de Bissau

O governo interino da Guiné-Bissau não vai representar o país na cimeira da próxima semana da CPLP a ter lugar em Maputo.

O anúncio foi feito pelo ministro dos negócios estrangeiros português Paulo Portas no final de uma reunião hoje em Lisboa com os seus homólogos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - CPLP.

Ausente do encontro esteve o ministro dos negócios estrangeiros do governo interino da Guiné-Bissau, Faustino Imbali que não terá sido convidado para a reunião.

No seu anúncio o governante português, Paulo Portas foi peremptório e categórico ao defender o governo deposto Bissau-guineense.

Declaração do Ministro Paulo Portas

Também o ministro das relações exteriores de Angola Georges Chicoti corroborou a posição do governo português.

Chicoti enquanto representante do país que preside actualmente a CPLP disse que a posição da organização em relação a Guiné-Bissau não mudou desde o golpe de Estado de Abril.

Declaração de Georges Chicoti

O governo de transição da Guiné-Bissau prometeu reagir nas próximas horas a este anúncio. A reportagem da VOA contactou o gabinete do ministro dos Negócios Estrangeiros, Faustino Imbali que remeteu para amanhã uma reacção formal sobre a esclusão do seu governo da cimeira de Maputo.

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