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Angola: UNITA no topo do boletim de voto

  • Agostinho Gayeta

Sala de Reuniões da Comissão Nacional Eleitoral de Angola

Sala de Reuniões da Comissão Nacional Eleitoral de Angola

O passo seguinte a caminho das eleições é a recepção do financiamento para realização da campanha eleitoral

Partidos já têm posição nos boletins de voto

As formações políticas concorrentes às eleições gerais de 31 de Agosto próximo em Angola já conhecem as suas posições no boletim de voto.

A acta do posicionamento foi rubricada em Luanda pelo presidente da Comissão Nacional Eleitoral, CNE, André Silva Neto e todos os membros deste órgão após a realização do sorteio que ditou a ordem.

Estarão assim ordenados nos boletins as nove forças políticas concorrentes ao pleito eleitoral: 1ºUNITA, 2º MPLA, 3ºFNLA, 4º PRS, 5º Coligação Nova Democracia União Eleitoral, 6º Coligação FUMA, 7º CPO, 8º PAPOD, 9º Coligação CASA CE.

Todavia a oposição ainda levanta algumas questões à volta do processo eleitoral. José Alberto Katchiungo mandatário da UNITA questiona a não publicação dos cadernos eleitorais até ao momento.

Sobre o assunto a porta-voz da CNE Júlia Ferreira afirmou que inicialmente, será feita uma publicação provisória, de forma a garantir a possibilidade de reclamação.

Para o MPLA partido no poder, na voz do seu mandatário Ferreira Pinto só com o trabalho se vai conquistar o seu eleitorado.

Quem também tem o trabalho como seu cavalo de batalha para conquistar apoiantes é PRS, assim garantiu Manuel Muchito.

A Nova Democracia União Eleitoral tem também pela frente um grande trabalho, e está consciente disto. Para aquela organização resta apenas a consciencialização do seu eleitorado para o voto.

Para a Convergência Ampla de Salvação de Angola a mais nova força política angolana, a criação de condições para o povo Angolano é a sua opção rumo às eleições gerais.

O passo seguinte a caminho das eleições é a recepção do financiamento para realização da campanha eleitoral que começa segundo a lei orgânica sobre as eleições 30 dias antes do pleito.

Até o momento ainda se questiona a disponibilização de verbas para a realização da campanha eleitoral.

O Presidente da CNE André da Silva Neto remete a responsabilidade sobre o financiamento aos partidos políticos à competência do ministério das finanças.

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