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São Tomé: Governo põe 148 mil Euros à disposição da CNE


Presidente da Comissão Nacional Eleitoral de São Tomé e Príncipe, Victor Correia (à direita) e o Secretário Argentino Daio (à esquerda), durante uma conferência de imprensa em São Tomé

Presidente da Comissão Nacional Eleitoral de São Tomé e Príncipe, Victor Correia (à direita) e o Secretário Argentino Daio (à esquerda), durante uma conferência de imprensa em São Tomé

Em falta estão outros 150 mil Euros para garantir a realização das eleições presidênciais a 17 de Julho

Em São Tomé, o governo já desbloqueou a primeira parte dos fundos necessários a realização da votação de 17 de Julho.

A Comissão Eleitoral Nacional confirmou esta tarde ter recebido 148 mil Euros para garantir a realização das eleições presidenciais dentro de 3 semanas.

Depois do anúncio ontem pelo presidente da Comissão Nacional Eleitoral, Victor Correia de que eram necessários e no imediato 350 mil Euros para garantir a realização das eleições presidenciais, o governo não perdeu mais tempo e já procedeu a transferência de parte desse fundo.

A CNE confirmou hoje que foram depositados na sua conta 148 mil Euros. Este montante faz parte de uma primeira tranche de pouco mais de 300 mil Euros a serem gastos durante as próximas três semanas nos trabalhos da organização eleitoral.

João Ramos é porta-voz da Comissão Eleitoral e falou a Voz da América.

Entretanto a CNE reviu para baixo o valor do seu orçamento inicial para estas eleições. Pelo menos até ao dia 17 vão ser necessários cerca de 300 mil Euros, em vez dos 350 mil anunciados ontem pelo seu presidente Victor Correia. Os 148 mil Euros agora disponibilizados pelo governo vão servir para preparar as logísticas no estrangeiro e assegurar a formação daqueles que trabalharão no dia da votação, garantiu o porta-voz, João Ramos.

Por disponibilizar estão poucos mais de 150 mil Euros. O governo ainda não definiu a data para a sua transferência. Essa segunda tranche é também essencial para o sucesso das eleições adianta o porta-voz da CNE, João Ramos.

Além dos fundos do governo, a organização das eleições conta com a ajuda financeira do PNUD que fornece as urnas e os materiais informáticos, Portugal assegura a fabrico, impressão e transporte dos boletins de voto, o Japão financiou o recenseamento dos eleitores no estrangeiro e a actualização interna dos cadernos eleitorais. A China-Taiwan tem também assegurado até ao momento contribuições financeiras no âmbito logístico com transporte e formação de membros das comissões eleitorais distritais.

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