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Guiné-Bissau: Governo acusa União Europeia de "política de avestruz"


Manuel Serifo Nhamadjo, presidente interino da Guiné-Bissau, durante campanha eleitoral (Arquivo)

Manuel Serifo Nhamadjo, presidente interino da Guiné-Bissau, durante campanha eleitoral (Arquivo)

Fernando Vaz, ministro e porta-voz do governo diz por outro lado que governo guineense foi reconhecido pelas grandes potências mundiais

Governo da Guiné-Bissau reage ao Parlamento Europeu

O governo da Guiné-Bissau, através do seu porta-voz o ministro da presidencia do Conselho de Ministros e da Comunicação Social, Fernando Vaz, desvalorizou os apelos hoje da União Europeia para o restabelecimento da ordem constitucional no país.

O Parlamento Europeu adoptou hoje em Estrasburgo uma resolução, na qual exigiu a reposição imediata da ordem constitucional.

Ao reagir à Voz da América a decisão dos euro-deputados, o ministro Fernando Vaz, que considerou a posição do parlamento europeu, como uma "política de avestruz".

O porta-voz do governo bissau-guinense adianta que "o governo está instituído, a própria Nações Unidas o reconhecem e a União Europeia continua a fazer um política de avestruz de enterrar a cabeça na areia e não querer olhar para frente.

Fernado Vaz que não podem [o governo] parar e fazer a mesma política da União Europeia.

De acordo com o governante guineense o país no caminho da normalidade com o pagamento de dois meses dos salários dos funcionários públicos e do pagamento da metade dos 5 meses dos salários dos professores em atraso.

O porta-voz do governo da Guiné-Bissau adianta por outro lado que a União Europeia perdeu completamente a razão e o tino, quando defende uma eventual intervenção militar estrangeira sob égide das Nações Unidas no país.

Fernando Vaz concluiu afirmando que enquanto políticos, os membros do governo condenam o golpe de Estado, mas que não podiam ficar de braços cruzados deixando o país à deriva e à espera que a União Europeia encontre alguma solução.

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