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Economia angolana não tem competitividade

  • Agostinho Gayeta

Economia angolana não tem competitividade

Economia angolana não tem competitividade

Os seus preços são demasiado elevados e a falta de infra-estruturas faz aumentar os custos

O relatório sobre a economia nacional em 2010, publicado nesta segunda-feira pelo Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola revela assimetrias entre o crescimento e o desenvolvimento económico de Angola. O estudo dá conta que o sector petrolífero continua a ser a principal fonte de sustento para o crescimento da economia angolana.

Esta publicação económica anual da Universidade Católica de Angola destaca a dicotomia em termos de intensidade e ritmos, entre o crescimento e o desenvolvimento económico do país. Confirma este dado a carência das condições de vida da população, bem como o modelo de distribuição de rendimento nacional.

O relatório económico de 2010 apresentado por Alves da Rocha o Director Geral do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC8), discorda dos indicadores usados pelo executivo para análise da diversificação da economia nacional. O petróleo continua a ser a principal fonte de sustento do crescimento da economia e das reservas internacionais líquidas.

Um outro aspecto referido neste documento sobre a diversificação da economia tem a ver com o elevado índice de concentração da actividade económica na capital angolana.

O Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola estimou um crescimento económico para Angola em 2010 na ordem dos 2,1%.

O estudo retrata também o clima geral de negócios e o investimento privado em Angola como um dos mais difíceis do mundo. A taxa de desemprego no país em 2010 apresentada pelo CEIC ronda a volta dos 26%.

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