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Angola: Banco BIC propõe créditos a agricultura, pescas e turismo no Namibe

  • Armando Chicoca

Cabo bovino na provincia do Namibe,

Cabo bovino na provincia do Namibe,

Para o efeito BIC inaugurou a sua primeira agência na província

Banco BIC anuncia creditos no Namibe

Os pescadores, agricultores e agentes do turismo na província do Namibe, estão a ser incentivados pelo Banco BIC para o aumento da produtividade através de uma série de iniciativas que inclui créditos bonificados.

Uma medida que visa combater a pobreza e a miséria que assola a população local.

Os pescadores, os agricultores e os agentes do turismo na província do Namibe, agora mais folgados com incentivos bancários, dizem estar de mangas arregaçadas na reafirmação da sua actividade, contribuindo no combate a fome e a miséria que assola população.

O Presidente do Conselho de administração do Banco BIC, Fernando Teles, garantiu isto mesmo, no passado final de semana, na Comuna da Lucira, durante o acto inaugural daquela agência bancária.

«O que esperamos é ajudar a reanimar o sector das pescas, sabemos que há muito problema no sector da actividade, mas com a ajuda do investimento, preparação das pessoas do sector na sua formação, através de seminários e colóquios, nós Banco BIC, estaremos certamente a fomentar o crescimento deste sector», esclareceu o PCA do BIC, Fernando Teles.

Os incentivos financeiros a serem concedidos aos pescadores artesanais e industriais, contemplam juros bonificados, visando esta franja da população empreendedora sair da letargia a que está votada e produzir riquezas e conceder mais emprego aos angolanos.

Fernando Teles anunciou que os agricultores e os agentes do turismo, também vão se beneficiar do pacote de serviços daquela instituição bancária, embora não tenha revelado o montante a financiar.

Para o vice-governador do Namibe, para a área económica, Alcides Gomes Cabral a criação de bancos nos Municípios e Comunas do país e da Província do Namibe em particular, além de gerar emprego, traz consigo a mais-valia para a população no domínio da comércio e de outros negócios, consolidando a ansiedade dos angolanos, a luz do decreto presidenciais nº 40, 41, 42 e 43 de 2012, de 13 de Março, que criam o balcão único do empreendedor, cuja intervenção e participação dos bancos é imprescindível.

Um repto foi lançado as agências bancárias para ajudar a população nos seus negócios, visando combater a fome e miséria.

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