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EUA e Angola estudam reforço da cooperação entre as suas Marinhas

  • Alexandre Neto

Ray Mabus, secretário americano da Marinha (dir.), com David Brooks, ministro conselheiro da embaixada dos EUA em Luanda (centro)

Ray Mabus, secretário americano da Marinha (dir.), com David Brooks, ministro conselheiro da embaixada dos EUA em Luanda (centro)

Ray Mabus, secretário americano para aquela arma, terminou visita a Luanda

Terminou a visita Angola do Secretário da Marinha Ray Mabus. Foram pouco menos de vinte e quatro horas de actividade em solo angolano.

O propósito foi passar em revista o estado das relações bilaterais e buscar vias para reforçar a cooperação.

O ponto mais alto foi a reunião de ontem com o ministro angolano da Defesa e colaboradores. O encontro prolongou-se para lá das 20 horas.

Eduardo dos Santos que é o Comandante em Chefe das Forças Armadas angolanas, mandatou o Ministro da Defesa Van-dúnem, para negociar sobre as múltiplas questões colocadas.

Talvez por esta razão tenham sido cancelados da agenda, os demais encontros que o responsável americano previa realizar hoje, com Carlos Feijó, Ministro de Estado e chefe da Casa Civil da Presidência da República e Jorge Chicoty, Ministro das Relações Exteriores.

Ray Mabus esteve hoje na Base nº1 da Marinha de guerra e reuniu-se com os responsáveis da unidade.

Quer o encontro de ontem, quer o encontro de hoje não produziram nenhum Protocolo adicional, embora isto não estivesse também claramente definido à partida.

Os Estados Unidos investem através do Gabinete do Adido Militar em Luanda, qualquer coisa como 1.3 milhões de dólares em programas para o ensino da língua inglesa, na luta contra o VIH/SIDA e em assistência na construção de clínicas, é o que diz a nota de Imprensa distribuída pela Embaixada em Luanda.

Aparentemente um investimento exíguo, para as necessidades de um país num ponto estratégico como Angola.

Neste momento o controlo da fronteira marítima é o grande desafio das autoridades. Depois da guerra civil, o narcotráfico, o terrorismo e a imigração ilegal, representam no plano prático, as principais ameaças.

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