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Feitiço na era da globalização em livro de escritora angolana

  • Pedro Dias

Ngonguita Diogo

Ngonguita Diogo

Livro põe a nú o paradoxo de se viver o cristianismo e ao mesmo tempo algumas das práticas sociais tradicionais

A superstição, o feitiço e a magia continuam a ser aspectos reais da vida do dia a dia em redor do mundo.

Em muitas regiões de África o recurso à feitiçaria é ainda prevalecente em muitas regiões apesar da crescente integração das diversas regiões do mundo decorrente do processo de globalização.

Relatos que envolvem a magia e o feitiço, são tema na mais recente obra literária de Ngonguita Diogo, o nome literário de Etelvina da Conceição Alfredo Diogo.

"Sinay" é o nome da nova obra literária de NGonguita. É uma obra que segundo alguns criticos consagra a escritoria e a coloca na galeria dos autores contemporâneos.

No livro abordam-se questões como a procura de uma solução para o problema entre o modernismo e o tradicional, numa cidade que vive na globalização - Luanda - e onde os valoroes culturais tradicionais chocam com a "globalização".

"A história deste livro é a historia de uma ambição desmedida polvilhada com as nossas práticas sociais como o feitiço e outros rituais," disse o escritor Cristovão Neto que fez a apresentação do livro recentemente em Luanda.

"Sinay põe a nú o paradoxo de se viver o cristianismo e ao mesmo tempo algumas das nossas práticas sociais," acrescentou.

O título do livro - Sinay - refere-se a uma das personagens do livro mas é tambem uma referencia claro ao local onde de acordo com a Bíblia, Moisés recebeu os mandamentos de Deus. Ouça a reportagem de Pedro Dias

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