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A UNITA não aceita alterações na lei orgânica das eleições gerais

  • José Manuel

Victorino Nhany, secretário-geral da UNITA

Victorino Nhany, secretário-geral da UNITA

O regime pretende criar fraude eleitoral

O regime pretende criar fraude

A UNITA não vai aceitar que se introduzam alterações na lei orgânica das eleições gerais tal como foi proposta na passada quinta-feira pelo partido no poder.

De acordo com o presidente da bancada parlamentar da UNITA Raul Danda o regime pretende criar fraude eleitoral depois do afastamento da presidente da CNE Suzana Inglês.

A bancada parlamentar do MPLA segundo Raul Danda, reúne-se nesta terça-feira 22 de Maio, para alterar a mesma lei retirando alguns artigos nomeadamente os números 2.º, 101.º e 102.º da Lei orgânica das eleições gerais que terão sido propostas à UNITA como medida de prevenção a repetição de irregularidades ocorridas nas eleições legislativas 2008, que conduziram o partido MPLA ao poder.

O MPLA, segundo o chefe da bancada parlamentar do maior partido de oposição angolana pretende introduzir uma alteração que confere poderes ao Presidente da mesa de voto a autorizar o exercício do direito de voto por eleitores não inscritos no caderno eleitoral da respectiva mesa”.

Pretende igualmente consagrar que o boletim de voto deverá ser colocado em urna especial, devendo ser contabilizado na respectiva Comissão Provincial Eleitoral após confirmação da habilitação do eleitor, urnas especiais e voto no exterior.

Alterações que a UNITA não vai aceitar segundo Raul Danda que anunciou o recurso a outros métodos para protestar.

Raul Danda apelou aos angolanos que sejam fiscalizadores da legalidade do processo eleitoral para que não se repitam erros similares aos havidos nas eleições legislativas de 2008.

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