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Movimento das Lundas dividido em duas facções


No poder ou não? Jota Filipe Malakito insiste que é o presidente da comissão do protectorado da Lunda. Os seus oponentes acusam-no de ter sido subornado pelo governo angolano

No poder ou não? Jota Filipe Malakito insiste que é o presidente da comissão do protectorado da Lunda. Os seus oponentes acusam-no de ter sido subornado pelo governo angolano

Jota Filipe Malakito diz que continua presidente da Comissão do Protectorado da Lunda e nega corrupção

A organização que luta por uma maior autonomia das Lundas, a Comissão do Manifesto do Protectorado da Lunda Tchokwe está agora claramente dividida ficando por saber quais serão as consequencias práticas desta luta interna.

Em luta estão dois grupos: um chefiado por Jota Filipe Malakito e outro por uma comissão de gesto cujos porta-vozes são Gideão dos Santos e o soba Katapi.

Jotas Filipe Malakito foi libertado em Março pelas autoridades angolanas após meses de prisão sem culpa formada. Foi após essa libertação que outros dirigentes da organização demitiram Malakito da sua posição de presidente acusando-o de ter negociado com o governo angolano sem autorização do movimento e mesmo de corrupção, de ter sido subornado pelo governo angolano.

Jota Filipe Malakito reagiu convocando ele uma reunião em Luanda de membros da comissão em que segundo ele os seus acusadores deveriam apresentar provas da sua corrupção ou então seriam expulsos da organização.

Os seus acusadores não compareceram pelo que Jota Filipe Malakito considera-os expulsos da organização.

Numa entrevista á Voz da America Malakito disse que os seus oponentes poderiam formar outra organização para lutar pelos direitos das lundas mas que tinham deixado de ser membros da organização que ele disse ter fundado.

Malakito indicou que uma facção que inicialmente advogada a geurra poderá estar por detrás daqueles que o querem afastar.
Mas visão contrária tem claro esta a facção que demitiu Jota Filipe Malakito. O porta voz Gideão dos Santos repetiu as acusações de que após a sua liberção Jota Filipe Mlakito tinha desrespeitado os dirigentes tradicionais e tomado unilateralmente medidas que levantaram suspeitas pelo que tinha sido decidido demiti-lo.

O porta voz disse que são os líderes tradicionais quem têm poderes para decidir sobre o futuro dos dirigentes da organização e que estes tinham decidido no afastamento de Jota Filipe Malakito.

Gideão dos Santos indicou que o seu grupo sempre trabalhou para evitar a violência e o derramamento de sangue .

Interrogado directamente sobre as alegações que uma facção que advoga a guerra estava por detraz do seu grupo Gideão dos Santos disse que Jota Filipe Malakito “ não esta com as suas faculdades mentais desde que saiu da prisão”.

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