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Guiné-Bissau: 1º Ministro de transição toma posse


Militares golpistas na Guiné-Bissau (Arquivo)

Militares golpistas na Guiné-Bissau (Arquivo)

Investidura de Rui de Barros teve lugar horas antes da chegada do primeiro contingente da força de estabilização da CEDEAO

Guiné-Bissau: Primeiro-ministro tomou posse

Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro de transição tomou posse hoje depois de ter sido nomeado na véspera.

Rui Duarte de Barros desvalorizou as pressões e ameaças de sanções internacionais actualmente sobre o país.

O novo primeiro-ministro não disse para quando será formado o seu executivo, mas prometeu resolver um dos mais prementes problemas actuais do país que é o pagamento se salário da função pública.

Rui de Barros ontem nomeado através de Decreto Presidencial não definiu em concreto as áreas prioritárias do seu Governo. Rui Duarte de Barros, hoje empossado pelo Presidente da República, Manuel Serifo Nhamadjo, considera necessária a união de esforços e um consenso a volta dos problemas que o país enfrenta. Desdramatiza a forte e posição contestaria de algumas Organizações Internacionais e países estrangeiros sobre as autoridades golpistas da Guiné-Bissau. Afirma mesmo que o actual “isolamento internacional” é relativo.

Novo Primeiro-ministro empossado hoje pelo Presidente da República de Transição, Manuel Serifo Nhamadjo, que na sua alocução, no ato da cerimónia, assistido apenas pelo Embaixador do Senegal e Representante da CEDEAO no pais, recomenda a necessidade “imperiosa de uma autoria independente sobre a Governação do pais e o ultimo processo eleitoral." Ao Governo de transição, Serifo Nhamadjo define a prioridade

Presidente da República de Transição, no dia em que foi assinado o acordo político, que visa uma maior estabilização do Governo, o qual deverá ainda permitir aprovação futura do Programa do Governo e do Orçamento Geral do Estado, enquanto dois instrumentos da política governativa, sem as quais, o executivo sujeita-se ao um exercício inconstitucional.

Entretanto o primeiro contingente da força de estabilização da CEDEAO chegou esta tarde a Guiné-Bissau.

Trata-se do primeiro batalhão militar de uma força regional que deverá integrar tropas da Nigéria, Senegal, Burkina-Faso, Togo e etc.

Num primeiro tempo a missão será a de substituir as tropas angolanas da – Missang – e depois assegurar a restauração da ordem constitucional.

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