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Governo de Cabo-Verde não reconhece Serifo Nhamadjo

  • Eugénio Teixeira

José Maria Neves assume-se como intransigente e defensor do slogan "tolerância zero para com os golpes de Estados"

José Maria Neves assume-se como intransigente e defensor do slogan "tolerância zero para com os golpes de Estados"

Primeiro-ministro de Cabo-Verde pôs-se em pé de guerra com a CEDEAO ao rejeitar o reconhecimento das novas autoridades de transição da Guiné-Bissau

Cabo-Verde não reconhece Serifo Nhamadjo

O Governo de Cabo Verde não reconhece nenhum Governo que saia de um golpe de Estado, como é o caso na Guiné-Bissau, disse o primeiro-ministro, José Maria Neves.

Desde a primeira hora, neste caso após participação de José Maria Neves na Cimeira de chefes de estado e governo da CEDEAO que foi realizada no Senegal, que o executivo das ilhas do atlântico médio não viu com bons olhos, a solução avançada pela Comunidade de países da África Ocidental para a resolução da situação na Guiné Bissau.
O Primeiro-ministro, José Maria Neves, voltou a afirmar no fim-de-semana, que o executivo da Praia não aprova e nem tolera a alteração da ordem constitucional, por isso declara o não reconhecimento de Serifo Nhamadjo como Presidente interino da
Guiné-bissau.
Ainda sobre a solução avançada pela CEDEAO que culminou na indigitação de Serifo Nhamadjo para exercer o cargo de Presidente da Republica Interino da Guiné-bissau, José Maria Neves insiste que nenhuma medida que legitime o golpe de estado deve ser tida como alternativa ao poder eleito democraticamente pelo povo.
Por isso o Primeiro-ministro cabo-verdiano fala da necessidade da organização – regional oeste africana respeitar os seus próprios princípios e valores, como a “tolerância zero a golpes de Estado”.

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