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Angola: Empresários de Cabinda vão queixar-se ao presidente

  • José Manuel

Estadio de futebol de Cabinda construído por ocasião dos jogos do CAN em 2010 (Arquivo)

Estadio de futebol de Cabinda construído por ocasião dos jogos do CAN em 2010 (Arquivo)

Empresários afectados com as restrições do governo na importação de cimento pedem a intervenção de José Eduardos dos Santos

Empresários de Cabinda estão penalisados

Vinte e dois importadores de Cabinda acusam o executivo angolano de os ter excluído na importação de cimento para a construção civil no enclave.

A decisão vem expressa num decreto executivo conjunto dos ministérios de tutela que entretanto aponta apenas 3 empresários locais como que autorizados a fazer o negócio de compra e venda de cimento.

Os excluídos ameaçaram recorrer ao presidente da república para queixar-se do contencioso.

O decreto executivo conjunto limitou ainda as quantidades de importação de cimento para a província. Das 250 mil toneladas cimento necessárias apenas foram permitidas 60 mil toneladas de cimento ano, para os projectos da província.

Esta decisão segundo os empresários do Ramo vai aumentar a escassez do produto no mercado e agravar com a especulação do preço.

Cabinda tem descontinuidade do território e na ausência de uma fábrica local deste produto não tem sido possível decepcionar este produto de outros pontos do país dai a intervenção da classe empresarial privada na importação do cimento.

Oitenta por cento deste produto é consumido pela população através de construções de carácter privado face a inexistência de projectos de construção imobiliário na província.

Os empresários prometem recorrer ao presidente da República na qualidade de chefe do executivo para se rever esta situação.

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