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Chuvas torrenciais isolam partes da Huíla

  • Teodoro Albano

Cidade do Lubango, capital da Huíla

Cidade do Lubango, capital da Huíla

Falta de recursos de bombeiros dificulta operações de socorro

Na Huíla chuvas torrenciais registadas nos últimos dias isolaram várias localidades. A situação é agravada pela falta de recursos dos órgãos de salvação pública.

A situação mais preocupante vem do município de Quipungo, onde por exemplo, a circulação entre a sede municipal e o resto da circunscrição está completamente cortada.

As enchentes nos rios e riachos as pontes
submersas estradas em mau estado agravadas pelas fortes chuvas estão a deixar as autoridades de Quipungo muito preocupadas.

A administradora municipal de Quipungo, Fernanda Cândida Ukali, fez um retrato da situação do acesso as comunas afirmando que não se consegue passar para as comunas da província.

“Em todas as comunas neste momento não se vai,” disse ela.

“Eu não vou por exemplo a Kainda porque mesmo aqui a um quilómetro posso enterrar já, não vou ao Chinconco porque temos o Hilinguiti aqui atrás da vila que também não se passa está cheia, não posso ir a Chikungo porque a estrada também não está boa porque e tem as mulolas que nos cortam. em todas as comunas não podemos ir nesse momento só podemos nos movimentar para o Sendi para Mupalala ou Bembere.”

As fortes chuvas provocaram também a destruição de várias culturas. Por isso advinham-se dificuldades sobretudo alimentares nalgumas comunidades no município de Quipungo.
O serviço de bombeiros e protecção civil da Huíla está sem meios adequados para acudir situações de emergência que possam ocorrer em zonas de difícil acesso.

Ouça a reportagem do Teodoro Albano

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