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Falta de redes mosquiteiras em Malanje afecta combate à malária

  • Isaías Soares

Dr. Mayala António ( ao centro). Coordenador doprograma deluta contra a malária em Malanje

Dr. Mayala António ( ao centro). Coordenador doprograma deluta contra a malária em Malanje

Casos aumentaram de Janeiro para Fevereiro devido à falta de redes

Malaria aumentou em Malanje

Na província angolana de Malanje os casos de malária subiram este ano do mês de Janeiro para o mês de Fevereiro, indicam estatisticas oficiais.

Esses números indical que em Janeiro deste ano foram mais de 5.700 casos positivos, que provocaram 43 óbitos, no mês de Fevereiro o número subiu para 7.356 doentes, com 38 mortes.

O oficial provincial do programa de combate a malária, Mayala António, ao revelar o facto a emissora oficial local mostrou-se preocupado com a falta de mosquiteiros para distribuir a população da região.

As redes mosquieteiras são consideradas a primeira e mais importante defesa na luta contra a doença.

“Actualmente nós temos problema de rotura de mosquiteiros," disse aquele responsável que acrescentou Malanje "não recebeu da distribuição de mosquiteiros que o Unicef faz".

Isso, acrescentou, “faz com que este anos tenhamos rotura de mosquiteiros em quase todas unidades sanitárias para distribuição de rotina”.

O responsável confirmou que o programa anti-larval enfrenta tambèm dificuldades com a falta de alguns especialistas de nacionalidade cubana que deveriam cobrir todos os municípios desta província.

Segundo ele “o número que era previsto para os cubanos em Malanje era de catorze" (um por município), mas actualmente a província conta só com quatro especialistas cubanos.


O rendimento do trabalho nas localidades em que um técnico cubano atende outras duas reduziu principalmente a prevenção e combate do mosquito na fase larval, para além da administração de produtos químicos em pulverização intra e extra-domiciliar.

O Fundo Global e a USAID são os principais financiadores do governo angolano para programa de combate à malária para Angola. Contudo há um ano o Fundo Global deixou de prestar a sua contribuição para a compra de mosquiteiros.

O programa da malária de Malanje tem quantidades satisfatórias de Coarctem que chegam ao país, através da USAID

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