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Americanos não querem cortes na assistência aos pobres e terceira idade

  • Paulo Faria

Americanos não querem cortes na assistência aos pobres e terceira idade

Americanos não querem cortes na assistência aos pobres e terceira idade

Apesar das crescentes preocupações sobre os problemas fiscais a longo prazo dos Estados Unidos, os americanos opõem-se fortemente a alguns dos grandes remédios sob consideração.

Sondagem: americanos reagem mal a propostas de redução do défice

Apesar das crescentes preocupações sobre os problemas fiscais a longo prazo dos Estados Unidos e a uma intensificação do debate em Washington sobre como lidar com o assunto, os americanos opõem-se fortemente a alguns dos grandes remédios sob consideração, de acordo com uma sondagem do Washington Post e ABC News.

A sondagem mostra que os americanos preferem manter o sistema de saúde estatal para os idosos, conhecido por Medicare, tal como ele está. Muitos também se opõem a cortes no sistema estatal de aquisição de medicamentos para os idosos, conhecido por Medicaid, assim como no orçamento da Defesa.

Mais de metade dos inquiridos disseram estar contra pequenos aumentos de impostos a todos os níveis, combinados com reduções modestas em benefícios do Medicare e da Segurança Social. Apenas o pedido do presidente Obama para se aumentarem as taxas sobre os americanos mais ricos conta com sólido apoio.

A sondagem indica também que 58 por cento dos inquiridos desaprovam a forma como o presidente Obama está a lidar o deficit do orçamento federal, apesar de 64 por cento concederem baixas marcas aos republicanos no Congresso.

Os americanos estão praticamente divididos ao meio sobre se é Obama ou os legisladores republicanos a parte de maior confiança para encontrar um equilíbrio certo entre cortes de despesas desnecessárias e preservar as prioridades.

Os legisladores republicanos mantêm uma ligeira vantagem sobre Obama no que diz respeito a ter uma liderança mais forte em Washington. Mas Obama mantém uma larga vantagem entre os independentes no que se refere à protecção da classe média.

A sondagem foi efectuada por telefone entre os dias 14 e 17 de Abril e abrangeu um universo nacional escolhido ao acaso de 1001 adultos. A margem de erro é de mais ou menos 3,5 por cento.

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