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Acordo de transição guineense será avaliado por Presidentes da região


Militares guineenses antes de uma reunião com os partidos políticos (Arquivo)

Militares guineenses antes de uma reunião com os partidos políticos (Arquivo)

Cinco Chefe de Estados da Africa Ocidental aguardados na Segunda-feira em Bissau para analisar o acordo entre os militares e os partidos da oposição

O acordo de ontem a noite entre os militares e os partidos da oposição foi apenas um primeiro passo de um longo processo político ainda a ser negociado com a CEDEAO.

Tratou-se de um acordo de princípio cuja última palavra dependerá da apreciação dos 5 Chefe de Estados dos países da África Ocidental que são aguardados em Bissau na próxima Segunda-feira.

O documento porpõe a instiuição de um Governo de Transição por um período de 2 anos. As partes propõem a instituir um Conselho Nacional de Transição, como orgão fiscalizador do processo, um Presidente da República interino e um Governo de Transição.

Os orgãos judiciais serão mantidos, e as estruturas e chefias militares não deverão ser alteradas durante esse período.

Entretanto, o Comité Internacional da Cruz Vermelha visitou na Guiné Bissau o presidente interino e o principal candidato presidencial, que foram detidos durante o golpe militar da semana passada.

Um porta-voz da organização indicou à Voz da América que à primeira vista os detidos pareciam em boas condições.

Marie-Servane Desjonquères indicou que o delegado da Cruz Vermelha visitou, ontem quarta-feira o presidente interino Raimundo Pereira e o antigo primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, mas não referiu onde os detidos se encontram.

Desjonquères acrescentou que na visita no dia 14 o primeiro-ministro recebeu medicamentos para diabetes e que no encontro de quarta-feira foi submetido a um exame médico.

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