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Líbia: EUA mantêm compromissos com a NATO


Líbia: EUA mantêm compromissos com a NATO

Líbia: EUA mantêm compromissos com a NATO

Secretária de Estado Norte-americana diz que as forças armadas americanas vão continuar a participar nas operações contra Kadhafi

A Secretária de Estado Norte-americana disse que os Estados Unidos vão continuar a apoiar a missão da NATO na Líbia até ao fim das operações.

Hillary Clinton falava hoje aos ministros dos negócios estrangeiros da Aliança Atlântica, e sublinhou ser importante que a coligação se mantenha unida enquanto procura derrotar o Coronel Muammar Kadhafi.

Os países membros da Aliança Atlântica estão divididos se devem ou não continuar os bombardeamentos contra os objectivos das forças leais de Muammar Kadhafi. O Reino Unido e a França apelaram aos aliados a investirem mais em operações militares, enquanto os Estados Unidos optaram em limitar as suas acções no seio da coligação internacional.

Os rebeldes têm encontrado dificuldades para manter o controlo de algumas cidades que conquistaram depois de intensos combates com as forças do Coronel Kadhafi. Hoje os rebeldes disseram que as forças pró-Kadhafi atacaram com roquetes a cidade de Misrata matando pelo menos 9 pessoas. O governo líbio é acusado de estar a atacar civis nesta cidade portuária.

Um outro encontro internacional sobre a Líbia tem lugar na sede da Liga Árabe no Cairo. O Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon e a chefe da política externa da União Europeia, Catherine Ashton participam na reunião, bem como representantes da União Áfricana e da Organização da Conferencia Islâmica.

O encontro hoje em Berlim dos ministros dos negócios estrangeiros da NATO acontece dia depois de um grupo internacional de contacto, composto por americanos, europeus e árabes se ter reunido em Doha no Qatar, onde apelou para mais contribuições financeiras e politicas de apoio a oposição líbia.

Um porta-voz dos rebeldes líbios disse aos delegados no encontro de hoje em Berlim que a NATO e os parceiros árabes não tem feito o suficiente para proteger a população, e pediu um maior envolvimento dos Estados Unidos nas operações aéreas da aliança internacional.

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