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Cavaco Silva: "Golpistas guineenses continuarão a ser fonte de violência"


Presidente português, Anibal Cavaco Silva, com o falecido presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, durante uma visita deste a Lisboa, em 2010

Presidente português, Anibal Cavaco Silva, com o falecido presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, durante uma visita deste a Lisboa, em 2010

O presidente português afirmou que nos seus moldes actuais a liderança militar continuará a ser fonte de instabilidade.

Reagindo ao golpe de estado na Guiné-Bissau, o presidente português, Aníbal Cavaco Silva, apelou às instituições internacionais para que tomem as medidas necessárias para o restabelecimento da ordem constitucional e para a condição das condições necessárias para a realização da segunda volta das eleições presidenciais no dia 29 de Abril.

Cavaco Silva acrescentou que “ há muito tempo que é evidente que se a comunidade internacional não tomar uma posição clara e muito firme e determinada então as actuais chefias militares guineenses continuarão a ser uma fonte de violência”.

O presidente português acrescentou ainda que nos seus moldes actuais essa liderança continuará a ser uma fonte de instabilidade e de sofrimento para o povo guineense.

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