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Cabo Verde: Cônsul americano explica negação de vistos à selecção

  • Eugénio Teixeira

Robert Dahlke disse que o consulado cumpriu com as normas da emigração vigentes no seu país.

Na sequência da recusa de vistos de entrada nos Estados Unidos a 9 elementos da selecção nacional de futebol de Cabo Verde, o cônsul
americano na Praia, Robert Dahlke, disse que o consulado cumpriu com as normas da emigração vigentes no seu país.

Segundo o cônsul, mesmo que haja grupos que pretendam viajar para a América, cada pessoa deve se submeter aos procedimentos consagrados na lei.

Mesmo que o convite tenha partido da Universidade de Harvard que goza de grande prestígio, o cônsul americano na Praia afirmou que a lei deve ser aplicada a todos.

Por outro lado, Robert Dahlk fez questão de
dizer que qualquer entidade privada do seu país pode formular convites para as actividades que organiza, mas que isso não privilegia a
concepção de vistos.

O cônsul americano na Praia, Robert Dahlk, dando explicava assim a recusa de vistos a oito jogadores e ao médico da selecção nacional de futebol, equipa que devia participar num torneio nos Estados Unidos.

Numa conferência de imprensa o presidente da federação de futebol de Cabo Verde, Mário Semedo, lamentou a situação tendo
afirmado que a Selecção de Cabo Verde devia merecer uma atenção particular.

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