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EUA negam vistos à selecção de futebol de Cabo Verde

  • Eugénio Teixeira

O jogador cabo-verdiano Marco Soares, numa jogada com o português Fábio Coentrão, durante um jogo amigável em 2012 (foto de arquivo)

O jogador cabo-verdiano Marco Soares, numa jogada com o português Fábio Coentrão, durante um jogo amigável em 2012 (foto de arquivo)

Negação de entrada a 8 jogadores, obriga selecção a cancelar digressão patrocinada pela Universidade de Harvard

A selecção de futebol de Cabo Verde cancelou uma digressão aos Estados Unidos depois do consulado americano ter recusado vistos a 8 jogadores e ao médico da equipa.

Perante este cenário, o organismo que rege o futebol oficial cabo-verdiano disse que não restava outra alternativa, senão suspender a deslocação do combinado nacional a terras americanas, já que a selecção não podia viajar apenas com 50% de futebolistas convocados.

Para esta digressão o seleccionador nacional, Lúcio Antunes, convocou 20 jogadores, sendo 11 residentes no arquipélago, 6 que jogam na Europa e 2 que vivem nos Estados Unidos.

Embora possa respeitar as legislações americanas sobre o pedido de vistos, o presidente da Federação cabo-verdiana de futebol, Mário Semedo, lamentou a situação. Segundo o responsável máximo da estrutura federativa, a selecção de Cabo Verde e o próprio país deviam merecer uma atenção diferente.

Para além de alguns prejuízos que a Federação teve, Mário Semedo afirma que a não deslocação da selecção aos Estados Unidos terá prejuízos para a Universidade de Harvard que formulou o convite e para a própria comunidade confraternização com a caravana dos “Tubarões Azuis” nome como é conhecido o combinado do arquipélago.

Quem também não escondeu a indignação pela recusa de vistos a oito jogadores da Selecção cabo-verdiana, é o futebolista Dário, que por sinal está no grupo dos três que foram contemplados com a autorização de entrada no território americano.

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