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Arcebispo do Lubango queixa-se da falta de fé na política

  • Teodoro Albano

Arcebispo Dom Gabriel Mbilingui critica a passividade dos políticos no ano de eleições

Arcebispo Dom Gabriel Mbilingui critica a passividade dos políticos no ano de eleições

Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, lamenta que os políticos tenham esquecido da fé quando estão no poder

Arcebispo Dom Gabriel Mbilingui

O Arcebispo do Lubango, criticou a acção de políticos que uma vez nos cargos esquecem-se da importância da fé religiosa na política.

Don Gabriel Mbilingui que é presidente da conferência episcopal Angola e São Tomé, falava durante um certame sobre o cristão e a sua participação na vida política.

Os cristãos devem assumir as suas convicções políticas disse no Lubango o arcebispo metropolita do Lubango, Dom Gabriel Mbilingui.

Em ano de eleições o prelado católico disse não ser possível que os cristãos se afastem do exercício da política, uma vez, se constituírem numa franja significativa do país.

O também presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, CEAST, criticou aqueles cristãos que depois de assumirem cargos com algum pendor político se comportam como se não conhecem a orientação da igreja;

“Alguém quando se torna responsável ou até militante ou até governante ou até deputado ou até sei lá do sistema jurídico do país, pronto já deixou de ser católico. Há posições há decisões que se tomam nos círculos políticos e a gente fica admirado quando fica a saber que 70 por cento são cristãos ou católico ou de outras igrejas.”

Dom Gabriel Mbilingui que dissertava sobre o tema “O cristão e sua participação na vida política” no âmbito da semana social promovida pela Sé Catedral do Lubango, apelou por outro lado, os cristãos a fazerem a política em consciência com vista a promover a instauração da justiça:

“ Viver e agir politicamente em conformidade com a própria consciência, significa a expressão com que os cristãos dão o seu coerente contributo para que através da política se instaure um ordenamento social mais justo e coerente com a dignidade da pessoa humana.”

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