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Costa do Marfim: Entre a legitimidade e a legalidade de uma intervenção militar estrangeira


Costa do Marfim: Entre a legitimidade e a legalidade de uma intervenção militar estrangeira

Costa do Marfim: Entre a legitimidade e a legalidade de uma intervenção militar estrangeira

Os ataques da Licorne e da ONUCI levantaram questões sobre a legitimidade do recurso a força e podem ter beliscado o prestígio da CEDEAO

Ao atacar as posições das forças pró-Laurent Gbagbo a França e a ONUCI – o contingente de capacetes azuis das Nações Unidas – enganjaram-se directamente numa guerra que vinha se alastrando depois da crise politica que se seguiu as eleições presidenciais de Novembro no ano passado naquele país.

Esta intervenção foi apoiada pela comunidade internacional, apesar de reticências de alguns países africanos e da Rússia que já anunciou que vai seguir de perto a situação em Abidjan.

O engajamento militar da França e das Nações parecem ter antecipado ou mesmo substituído a promessa da CEDEAO de intervenção militar para fazer respeitar a democracia, ou seja facilitar a instalação no poder do presidente Alassane Ouattara.

Contudo críticas persistem sobre o consenso dessa decisão e o prestígio que ela terá tirado aos organismos africanos que estavam envolvidos na busca de uma solução a esta crise.

Oiçam a análise do professor Fernando Jorge Cardoso, investigador do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais de Lisboa, o nosso convidado esta semana na Agenda Africana.

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