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ONG duvida da eficácia da "cesta básica" moçambicana


Armando Guebuza

Armando Guebuza

Cesta não favorece maioria das pessoas e foi pensada para apaziguar os ânimos dos funcionários públicos, diz AMODE

Cesta básica de alimentos

A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Democracia (AMODE), considera que as medidas adaptadas pelo governo moçambicano e que a partir das quais introduz a cesta básica de alimentos, não irá favorecer a maior parte dos moçambicanos.

O coordenador desta Organização da Sociedade Civil, Arlindo Muririua, diz que a título de exemplos, a cesta básica de alimentos que também não está bem clara como será distribuída, vai beneficiar só, e só, aos funcionários que não atingem a três mil meticais.

Muririua disse que as medidas do Conselho de Ministros de Moçambique foram desenhadas para apaziguar os ânimos dos funcionários públicos, mas que na realidade, o seu impacto ou implementação está condicionada a vários factores.

A começar, Arlindo Muririua diz que a cesta básica de alimentos é uma palavra pouco clara encontrada no dicionário para amainar aos funcionários públicos.

Segundo é que todas as medidas adoptadas pelo Conselho de Ministros têm apenas impacto na capital moçambicana, Maputo e na cidade de Matola, o que está errado, tendo em conta que Moçambique é um único território e indivisível.

Para a Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Democracia, as medidas adoptadas têm características meramente políticas.

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