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Angola: UNITA na Huíla queixa-se de exclusão social

  • Teodoro Albano

Cidade do Lubango, Angola

Cidade do Lubango, Angola

A Unita na Huíla considera que a exclusão social tem estado a marcar os nove anos de paz em Angola

A Unita na Huíla considera que a exclusão social tem estado a marcar os nove anos de paz em Angola.

Comentando hoje o 4 de Abril que marca a celebração da assinatura do memorando de paz em Angola, o maior partido na oposição, aponta este factor como um dos perigos a consolidação da paz e a consequente reconciliação nacional.

Volvidos nove anos desde o fim da guerra, a Unita entende assistir-se ainda no país uma elevada partidarização das instituições do estado em prejuízo do cidadão que não se revê nas políticas do partido no poder.

Para secretária provincial da Unita Amélia Judite, pelo potencial do país em recursos, podia se fazer mais contra a pobreza em Angola e que isso não acontece por manifesta incapacidade do governo do MPLA: “aquele cidadão que não se revê no partido-estado no caso concreto o MPLA não se pode sentir realizado nesta Angola que é de todos nós. As pessoas nos empregos são insinuadas são intimidadas quando a nossa constituição é clara ninguém pode ser excluído intimidado ou insinuado de qualquer maneira por causa da sua origem partidária.”

Já para o partido no poder “só é cego aquele que não quer ver” . José Miúdo Ndambuka responsável pelos assuntos políticos e sociais do MPLA na Huíla, garante que Angola está no caminho certo: “de facto podia fazer -se mais, mas o número de escolas aumentou em relação ao tempo de guerra, o número de hospitais aumentou em relação ao tempo de guerra, as crianças que vão para escola o número aumentou, as universidades estatais e privadas aumentaram por isso já se fez muito em nove anos.”

Os maiores partidos políticos na Huíla comentando os nove anos de paz em Angola.

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