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CEDEAO quer propor solução para crise na Guiné-Bissau


Raimundo Pereira, Presidente Interino da Guiné-Bissau

Raimundo Pereira, Presidente Interino da Guiné-Bissau

Comunidade da África Ocidental preocupada por ainda não haver a necessária solução pacífica para o problema das eleições

A crise política e eleitoral na Guiné-Bissau está bem patente. Não obstante o calendário da Comissão Nacional de Eleições, marcar a segunda volta das presidenciais para 22 deste mês, não houve qualquer progresso para a realização da mesma

E foi face a este facto que uma delegação da Comunidade dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), da qual integram os chefes das Forças Armadas da Nigéria e da Costa do Marfim, e chefiada pelo seu Presidente da Comissão, Késire Ouedraogo, esteve em Bissau, para uma reunião em separado com os diferentes protagonistas do actual momento político.

Um momento que será reflectivo no relatório que esta missão irá remeter ao Presidente em exercício, Alassane Ouatara, chefe de Estado marfinense, do qual vai sair uma proposta da CEDEAO para a saída da actual contenda eleitoral. Mas, antes de deixar Bissau, a delegação pediu calma e respeito pelos princípios democráticos.

E nos esforços internos, de registar que a Comissão de Facilitadores criada, sob auspícios do Presidente da Republica interino, Raimundo Pereira, já manteve encontros com os cinco candidatos contestatários, alem de Carlos Gomes Júnior, vencedor da primeira volta do escrutínio e que disse estar pronto a enfrentar Koumba Yala, o seu adversário político na segunda volta.

Informações apuradas pela Voz de América apontam, entretanto, que a aludida comissão deve apresentar o seu relatório de contactos esta quarta-feira numa segunda reunião consagrada a encontrar a solução pacífica da crise. Fazem parte desta comissão de facilitares membros do Movimento Nacional da Sociedade Civil e Lideres Religiosos.

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