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Sociedade civil angolana rejeita ser parte da oposição

  • Teodoro Albano

Cidade do Lubango

Cidade do Lubango

Coordenador nacional realça importância da parceria entre sociedade civil e o governo

A sociedade civil deve ser vista como uma estrutura que ao lado das comunidades defende junto das autoridades a dignidade humana e não como mais um sector da oposição.

Disse no Lubango, o novo responsável do grupo de coordenação nacional e do espaço da sociedade civil, João Francisco, que em nome das organizações da Huíla vai liderar este sector no país depois de receber o testemunho de Malanje nesta quarta-feira.

Em ano de eleições, João Francisco, vê um enorme desafio pela frente, em que qualquer pronunciamento pode ter várias interpretações, mas alerta que durante o seu mandato a sociedade civil vai se bater pela defesa da dignidade humana.

“Buscar todos os elementos possíveis para que se reponha a dignidade do próprio homem de acordo com os instrumentos das Nações Unidas, os direitos humanos as convenções internacionais que defendem os direitos do próprio cidadão”.

Na hora de passar o testemunho, Malanje diz sair com o sentimento do dever cumprido depois de um ano de mandato. Valdemar Sebastião Cassombe, fala da importância da parceria que deve haver entre sociedade civil e o governo.

“O próprio termo de referência exige que haja articulação, que haja aproximação entre a sociedade civil e o governo e nós fomos capazes de fazer isso a nível do governo e muitos se calhar não acreditavam.”

A dificuldade de angariamento de doadores para a execução de alguns projectos em tempo de crise na Europa principal financiador, que obriga o ensaio de novos mecanismos internos, afigura-se como um dos desafios imediatos da sociedade civil angolana.

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